jabai sharp

ENTRETENIMENTO EM CONFINAMENTO

Nestes tempos de pandem*rda, uma pessoa tem que se agarrar a tudo o que encontra em casa para se entreter entre quatro paredes. Felizmente ainda vou tendo bastante tralha com que me manter ocupada:

Já os eventos com pessoas, agora são todos online. É uma fartura de Zoom que já não se pode, mas é melhor do que nada...

E não é que ainda fui arranjar também de fazer anos no meio desta cena toda? Lá tive que me armar de vontade e montar um banquete digno de uma rainha confinada:

Enfim, estava tudo óptimo... mas espero que não se tenha que repetir!


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OS MORCEGOS TAMBÉM DANÇAM

Num raro evento que juntou gentes do meu círculo profissional e do meu círculo dançante, fui desenhar morcegos e mastros tradicionais no dia da ecologia:

Despois tive que me ir embora e não pude estar na dança propriamente dita... mas foi giro enquanto durou!

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A ÁRVORE VAI NUA!

Em tempos desconfinamento gradual pós-pandemia, os encontros no Largo Chão das Covas visam a vestir as árvores, não vão elas constipar-se e parecer que também já têm COVID. Eu não fui tricotar mas fui desenhar:


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NA TERRA DO MOZART

Fui falar num congresso na Áustria. A viagem foi longa e cheguei tarde, mas tinha um quarto muito giro à minha espera:

Num passeio sem rumo pela cidade, dei por mim num belo jardim que, quando me pus a reparar, tinha sepulturas! É o cemitério mais bonito que já vi:

Entretanto foram chegando os colegas, e a partir daí só desenhei comezainas:

O Mozart escolheu bem o sítio para nascer!

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NA PRAIA LONGE DO MAR

A vida no interior é dura, o Verão é um calor que não se pode. Mas de molho está-se bem! Portanto fomos passar o fim-de-semana à praia fluvial do Alamal, com a sua bonita vista sobre o castelo de Belver. Começámos por dar uma volta no passadiço:

Depois fomo-nos esparramar na praia, de onde tentei mais uma vez reproduzir a belvista, desta vez pintada com lápis de cor. Mas depois decidi aguarelar e piorou:

De modo que decidi deixar-me de vistas e entreter-me a desenhar pessoas, agora com os lápis sem aguarelar:

Nisto, aparece um grupo e põe-se e dar um concerto em plena praia, fim-de-tarde adentro!

No dia seguinte ainda fomos fazer visita cultural pelas redondezas:

Mas o calor era tal que já nem energia havia para pintar. De maneiras que decidimos ir enfiar-nos de molho noutra praia, já no caminho de regresso:

E assim se despediu Agosto e entrou Setembro!

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E AGORA PARA ALGO COMPLETAMENTE DIFERENTE

A Lira costuma vir estagiar cá para casa quando está no cio, para não arranjar enredos com o cão lá de casa dela. Como é, digamos, um bocado volumosa e custosa de convencer a caminhar, nós aproveitamos estes estágios para a passear todas as vezes que podemos (e que ela se deixa arrancar dos braços de Morfeu):

[tenho que aproveitar para desenhar cães quando eles são assim dorminhocos, que é a única maneira de ficarem quietos o tempo suficiente]

Ora inspirada nestes eventos, mais na recente interpretação magistral do Cio da Terra pelas Vozes do Imaginário, aqui capturada num excerto do vídeo da nossa repórter ocasional / fã à força Vera Pessoa:

…resolvi fazer uma letra alternativa para esta bonita canção:

Cio da Lira

Passear a Lira
Recolher cada cocó da Lira
Forjar na Lira o milagre do cão
E se fartar de cão

Afagar a Lira
Conhecer os desejos da Lira
Cio da Lira a propícia estação
De passear o cãããão

Espero que o Chico Buarque e o Milton Nascimento não se chateiem… Mas o que realmente temo é distrair-me e começar a cantar esta versão no próximo concerto das Vozes do Imaginário!